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 Review Transcend SSD 32GB

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MensagemAssunto: Review Transcend SSD 32GB   Dom Fev 17, 2008 7:59 pm

Citação :
DISCOS SÓLIDOS

Até que ponto os discos rígidos sólidos, baseados em memória flash, têm vantagens relativamente aos discos rígidos tradicionais?
Os discos rígidos sólidos, também conhecidos por SSD (Solid S Drive), estão finalmente a chegar ao mercado. Já são uma opção em alguns portáteis, nomeadamente no Toshiba Portégé R500, e prometem várias vantagens relativamente aos discos rígidos magnéticos tradicionais: maior desempenho, maior fiabilidade e menor consumo energético. Analisámos uma unidade Serial ATA da Transcend para verificar até que ponto as vantagens são reais.
SÓLIDOS?
Ao contrário dos discos rígidos tradicionais, onde os dados são armazenados magneticamente sobre a superfície dos pratos rotativos, os discos rígidos sólidos não têm quaisquer componentes amovíveis. Na verdade, nem deveriam ser chamados de discos rígidos, já que não incluem quaisquer pratos rotativos no seu interior. São, sim, unidades de armazenamento de estado sólido. A unidade em teste assume o formato de 2,5”, sendo compatível com todos os portáteis equipados com discos rígidos SATA desta dimensão. Esta unidade, que oferece apenas 32GB de espaço de armazenamento, pode também ser instalada em PC de secretária facilmente, já que a interface Serial ATA é idêntica.
Basicamente, estas unidades utilizam chips de memória não volátil, semelhantes aos chips que constituem os cartões de memória das máquinas. Não volátil significa que estes chips não precisam de alimentação eléctrica para guardar os dados. Na verdade, só é necessário consumir energia eléctrica quando há uma alteração de estado, ou seja, quando são gravados ou lidos os dados. Por outras palavras, os dados não desaparecem da memória quando o computador é desligado. E porque a memória é armazenada em chips, o tempo de acesso é, teoricamente, extremamente baixo. Nos discos tradicionais, por vezes a cabeça de leitura tem de se movimentar por toda a superfície do disco para ler os dados requisitados pelo sistema.
A não existência de partes móveis e a não utilização de partículas magnéticas para registar os dados tem duas consequências positivas: as unidades SSD gastam menos energia do que os discos rígidos tradicionais e não há o risco de se perder dados devido a choques. Nos discos tradicionais, um choque pode provocar o contacto entre as cabeças de leitura/gravação e a superfície dos pratos, o que, normalmente, signifi ca que o disco tem de ir para o lixo e que os dados difi cilmente podem ser recuperados.
Foi fácil comprovarmos estas duas características, que tornam estas unidades especialmente interessantes para portáteis. Se deixarmos cair o portátil, mesmo quando o sistema está a gravar dados para a unidade, não corremos qualquer risco de perder informação.
Por outro lado, os testes de autonomia e as medições de consumo demonstram que a unidade sólida da Transcend consome menos energia do que um disco rígido tradicional de 2,5” e 5400rpm.
MAIS LEVE E MAIS FRESCA
Também verificámos outras vantagens além da maior fiabilidade e do menor consumo energético. É claramente evidente que a unidade da Transcend liberta menos calor e é mais leve do que um disco rígido de 2,5 polegadas tradicional. Na verdade, o facto de esta unidade praticamente não libertar calor tornou, só por si, a utilização do portátil mais cómoda, já que o notebook utilizado para o teste sobreaquece na zona de apoio do pulso direito, exactamente porque é por baixo desta zona que fica instalado o disco rígido.
E O DESEMPENHO?

Para testar a unidade SSD, instalámo-la num portátil, substituindo o disco rígido SATA de 2,5” e 5400rpm (Toshiba) que equipava originalmente máquina. Em seguida, instalámos o Windows XP na unidade SSD e as aplicações de benchmark.
O objectivo era, obviamente, verificar qual a diferença de comportamento do portátil quando equipado com o seu disco rígido original versus quando equipado com a unidade SSD da Transcend. Infelizmente, a análise do desempenho desta unidade Transcend de 32GB (formato 2,5”) é devastadora. Aliás, apercebemo-nos imediatamente do baixíssimo desempenho da unidade logo que iniciamos a instalação do Windows XP.
Processo que demorou mais de duas horas, cerca de três a quatro vezes mais tempo daquele que foi necessário quando a utilizar o disco rígido original. Mas o pior veio depois. Todo o sistema ficou à velocidade de caracol. Sempre que o sistema tinha de carregar ficheiros, como acontece quando são iniciados programas, o resultado era uma espera desesperante.
Nem conseguimos obter resultados das aplicações de testes dos discos, já que os benchmarks perderam o “foco” devido à demora excessiva. Uma grande desilusão, já que a tecnologia de memória flash permite muito mais desempenho do que o evidenciado por esta unidade, que não está, assim, preparada para ser utilizada no lugar de um disco rígido tradicional. Obtivemos melhor desempenho na transferência de dados para pens drives via USB 2.0. Isto não deveria acontecer porque o SSD da Transcend utiliza a interface SATA, bem mais rápida do que o USB 2.0.

Unidade de memória sólida (flash) com 32GB de capacidade; interface Serial ATA; formato de 2,5”
As potencialidades das unidades sólidas são imensas. E certamente que estas unidades tenderão a substituir os discos rígidos tradicionais. O produto da Transcend aqui testado comprova boa parte das vantagens da memória sólida, nomeadamente o menor consumo energético, a grande fiabilidade, o menor peso e a menor emissão térmica. Mas o desempenho é tão baixo que é suficiente para eliminar por completo todas as vantagens mencionadas. A largura de banda permitida pela Transcend Solid State Disk SATA 32GB está longe de ser satisfatória para as necessidades dos computadores actuais.
Na verdade, quando instalámos esta unidade no portátil, o sistema ficou, na prática, quase inutilizável. Se procura uma unidade SSD para o seu portátil, esta não é a solução. Quanto muito poderá funcionar como um segundo disco em computadores que o suportem (PC de secretária, sobretudo), onde o utilizador poderá guardar informação crítica. Mas mesmo nesta situação os utilizadores considerarão o desempenho demasiado baixo.
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